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nov
O comércio exterior brasileiro avançou em infraestrutura e marcos regulatórios nos últimos anos, mas continua preso a uma lógica operacional analógica. Em um mundo em que cadeias de suprimentos são geridas em tempo real e decisões são tomadas a partir de dados integrados, o Brasil ainda depende de processos fragmentados, formulários manuais e múltiplos sistemas que não “conversam” entre si. Digitalizar o trade não é mais uma agenda de modernização; é uma condição de sobrevivência competitiva.Da papelada ao dadoHoje, uma operação típica de exportação ou importação envolve armadores, terminais, transportadoras, despachantes, bancos, seguradoras e órgãos públicos. Cada um com seu…
